Culpa

Publicado em 22/11/2011

Mateus 27:1-10 NVI
(1) De manhã cedo, todos os chefes dos sacerdotes e líderes religiosos do povo tomaram a decisão de condenar Jesus à morte.
(2) E, amarrando-o, levaram-no e o entregaram a Pilatos, o governador.
(3) Quando Judas, que o havia traído, viu que Jesus fora condenado, foi tomado de remorso e devolveu aos chefes dos sacerdotes e aos líderes religiosos as trinta moedas de prata.
(4) E disse: "Pequei, pois traí sangue inocente". E eles retrucaram: "Que nos importa? A responsabilidade é sua".
(5) Então Judas jogou o dinheiro dentro do templo, saindo, foi e enforcou-se.
(6) Os chefes dos sacerdotes ajuntaram as moedas e disseram: "É contra a lei colocar este dinheiro no tesouro, visto que é preço de sangue".
(7) Então decidiram usar aquele dinheiro para comprar o campo do Oleiro, para cemitério de estrangeiros.
(8) Por isso ele se chama campo de Sangue até o dia de hoje.
(9) Então se cumpriu o que fora dito pelo profeta Jeremias: "Tomaram as trinta moedas de prata, preço em que foi avaliado pelo povo de Israel,
(10) e as usaram para comprar o campo do Oleiro, como o Senhor me ordenou".

É triste ver um homem “arrepender-se”, mas não consertar. Não ir àquele contra quem pecou.

Judas teve remorso, mas não foi a quem o poderia perdoar. Sua atitude foi de fugir da culpa que lhe pesava a consciência.

Não houve “arrependimento para com Deus”.

Tentou compartilhar a culpa, devolvendo as moedas. Confessou o pecado na esperança de que outros o fizessem com ele, e, assim, sentisse alívio. Procurou a ajuda de quem jamais o poderia ajudar.

Muitos hoje também “se enforcam”. Perdem a perspectiva da vida. Ficam presos e sufocados. Confessam o erro, mas não buscam o perdão do ofendido.

Somos uma geração que não admite a culpa, que se justifica, se dá razão, cauteriza a consciência, não confessa.

Tantos males há hoje, frutos de corações inquietos que nem sequer se dão conta da culpa que os atormenta.

Tem misericórdia de nós, ó Pai, e ajuda-nos a aprender a tratar com o problema da culpa. A confessar e encontrar a paz do castigo sofrido (Isaías 53.5) e do perdão recebido (Salmo 32.5).

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. (1 João 1:9 NVI)

Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados. (Isaías 53:5 NVI)

Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: "Confessarei as minhas transgressões ao Senhor", e tu perdoaste a culpa do meu pecado. Pausa (Salmos 32:5 NVI)



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